Iniciou sua carreira como ator em 1991, na Cia. Ilheense de Teatro e Música. Trabalhou com diretores como Pedro Mattos, Équio Reis, Nevolanda Pinheiro, Alda Valéria, Pedro Henriques, Paulo Cunha, Paulo Atto, Paulo Dourado, Ângelo Flavio, Luiz Marfuz,Fernando Guerreiro,Elisa Mendes, Deolindo checcucci e Fausto Fuzer dentre outros. Participou de cursos de interpretação com: Marlucia Mendes da Rocha, Sonia Leite, Raquel Fuzer (EAD-SP), Rafael Moraes, Gideon Rosa,Paulo Cunha (Curso Livre de Teatro da UFBA), Pedro Henriques (Curso Livre de Teatro da UFBA), Paulo Atto(Cia. Avatá de teatro) e Improvisação teatral com Celso Jr. Atuou em vários espetáculos na cena baiana,entre eles estão Policarpo Quaresma, XIII montagem do núcleo do TCA,A casa dos espectros,Joana D’arc, Inteiramente Nu.
Formado pelo curso Livre de teatro da UFBA, pelo curso livre de Teatro da Universidade Estadual de santa cruz. Em 2009 se formou em dançarino e técnico em coreografia na escola de dança da fundação cultural do estado da Bahia.
Com mais de vinte espetáculos teatrais profissionais, vem diversificando a carreira com participações em cinema, vídeos, campanhas publicitárias.
Em 2010 participou de uma audição com mais de 268 atores e atrizes para o primeiro núcleo de teleteatro da TV publica e educacional do estado da Bahia a ” TV Anísio Teixeira “ e foi um dos oito atores escolhidos .Também em 2010 ficou em cartaz com Ogum - Deus e Homem. As Velhas, espetáculo de Luiz Marfuz e texto de Lurdes Ramalho. Em 2011 do espetáculo A paixão de Cristo dirigida por Paulo Dourado e vista por mais de 30 Mil pessoas na concha acústica do Teatro Castro Alves em Salvador.
Jefferson Oliveira
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Ventanias...
Para: minha Irma G’leu e Mauricio Ribeiro
De longe da pra avistar o balançar das saias...
Vermelhas de todas as tonalidades.
Quarta feira,elas batizam a cidades...
Suas ruas,
Ladeiras ,
Entradas , saídas. Escadas:subidas e descidas...
Beira do cais,
Esquinas dos mercados...
Tabuleiros ...elas passeia e fazem dessa paisagem,a paisagem mas rubra do universo.
São as mulheres do vento,mulheres de ar...alastram o fogo,fazem furacão e semeiam tempestades...
Procriam seus filhos e os defendem como um bicho,faz com suas crias.
Alguns homens também se vestem de ‘Oya Matamba”.
Homens e mulheres das ventas de fogo.
Flutuam como se fosse ela! A orixá guerreira.
A mulher mais desejada.
Os caminhos se abrem e nunca se fecham,”Oya” sempre quer voltar...”Oya” sempre tem amor pra dar.
Levanta a saia e coloca na cabeça.
Rebola os quadris e passeia.
Balança a cabeça e deixa os cabelos voarem com o vento.
O vento que sai de ti!
O vento pra ti!
O vento que alastra o seu perfume,e que seduz quem sente seu cheiro cheirar...
Vai danada,sorrir seu sorriso lindo,e leva a felicidade com teu vermelho,traz na vida e ampara na morte...
Eu também sou de “Oya”.
Eu também tenho “Oya”.
Eu também amo ‘Oya”.
De longe da pra avistar o balançar das saias...
Vermelhas de todas as tonalidades.
Quarta feira,elas batizam a cidades...
Suas ruas,
Ladeiras ,
Entradas , saídas. Escadas:subidas e descidas...
Beira do cais,
Esquinas dos mercados...
Tabuleiros ...elas passeia e fazem dessa paisagem,a paisagem mas rubra do universo.
São as mulheres do vento,mulheres de ar...alastram o fogo,fazem furacão e semeiam tempestades...
Procriam seus filhos e os defendem como um bicho,faz com suas crias.
Alguns homens também se vestem de ‘Oya Matamba”.
Homens e mulheres das ventas de fogo.
Flutuam como se fosse ela! A orixá guerreira.
A mulher mais desejada.
Os caminhos se abrem e nunca se fecham,”Oya” sempre quer voltar...”Oya” sempre tem amor pra dar.
Levanta a saia e coloca na cabeça.
Rebola os quadris e passeia.
Balança a cabeça e deixa os cabelos voarem com o vento.
O vento que sai de ti!
O vento pra ti!
O vento que alastra o seu perfume,e que seduz quem sente seu cheiro cheirar...
Vai danada,sorrir seu sorriso lindo,e leva a felicidade com teu vermelho,traz na vida e ampara na morte...
Eu também sou de “Oya”.
Eu também tenho “Oya”.
Eu também amo ‘Oya”.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
escuta malandro...
Não era pra você voltar e deixar essa duvida.
Mas já que ta de volta, ouça bem o que vou te dizer:
Não tenho cara nem jeito de mulher de “malandro”. Segure sua onda que se eu me retar, te bloqueio de uma vez.
Seguro teu cartão de credito, e tomo conta dos bagulhos.
Vendo tua corrente prateada e deixo você sem nada.
E vê se não faz trapaça, porque sou de fazer arruaça e acorda a rua inteira chamando o nome da desgra...
Não pense que tenho medo.Não queira me fazer de Otário...
Sou de primeira e você sabe,não aceito migalhas ,em troca do meu tempo.
Se você não ta acostumado com amor, então cai fora. Só te peco uma coisa amanha,quando voltar pra casa,se voltar, me traga rosas amarelas pra eu enfeitar a casa, vou arrumar casa e colocar o jantar.Ah deixa a arma la fora...aqui dentro você não bandido!Você marido!
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